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Eu amo o trema

Liliam Freitas

 

Não é apenas uma frase, é uma verdade, aliás, a minha verdade. Uma constatação recente de um amor antigo que remonta a minha adolescência. O trema não é um garoto bonito, engraçado, que gosta de ir ao cinema, que admite gostar de novelas e que ama e escreve sonetos.

 

O Trema é um sinal ortográfico composto por dois pontos um ao lado do outro que ficam sobrepostos a uma vogal para sinalizar que ela forma ditongo (grupo de dois fonemas vogais proferidos numa só sílaba) com a que lhe está mais próxima. Ou melhor, sinal usado sobre o u sonoro e átono de gue, gui, que e qui. Desde a escola diziam que ele estava com os dias contados. Eu ignorava. Havia gente que nem usava e argumentava que não mais se utilizava. Parecia que cheirava passado. Eu gostava e gosto desse passado. Sempre usei sem problema e o farei até quando puder.

 

Com as novas regras na Língua Portuguesa que representam apenas 0,5% da ortografia do idioma, o trema é abolido. São 0,5% mas numa língua é muita coisa. Tadinho do trema. Nós temos quatro anos para se adequar as elas e eu para usar e abusar do trema.

 

Pasquale Cipro Neto, ontem em entrevista no Jornal nacional, falou que a abolição do trema não muda a pronúncia. Ainda bem! E disse mais: “A língua é uma coisa, a ortografia é outra. É só uma reforma ortográfica. Reforma na maneira de grafar as palavras.” (Será que ele se rendeu a Lingüística?!). Então a partir de 1º de Janeiro do ano que vem, não se escreve mais lingüiça e tranqüilo, e sim linguiça e tranquilo. A ortografia muda e a pronúncia continua a mesma, pelo menos a minha. Ah, fica de lembrança o trema no teclado do meu computador. Possivelmente, os novos teclados virão sem ele, e o meu se tornará peça de museu.  Escrevi nesse parágrafo lingüiça e tranqüilo sem trema, o Word tremou as palavras. Será que meu pc assim como e nutre um amor pelo trema?!

 

Há certas críticas a essas mudanças, umas elogiosas e outras nem tanto, umas condenatórias. O objetivo de tentar unificar o idioma é lindo. No continente americano, apenas os brasileiros falam português, nos sentimos só. Agora não mais. Particularmente leio de vez em quando (tenho que ler mais) escritores portugueses, e  não sinto dificuldades com português  de Portugal , eu entendo, não há barreira intransponível. Se for para falar em barreira, a ortográfica é a menor, e a semântica a maior. Antes do acordo, o certo era anti-social, agora é antissocial. Se lesse essa segunda palavra apreenderia o sentido. Para que a mudança então? Se consegue uma certa uniformidade só e somente só.

 

Pense nessa construção “Pica no cu”. E nessa “No geral, as pessoas já tomaram pica no cu, inclusive você”. Têm idéia, do que falo? Agora idéia ficará sem acento. Traduzindo de Portugal para o Brasil “Pica no cu = Injeção na bunda/bumbum/nádegas”, isto é, “no geral as pessoas já tomaram injeção na bunda”. Oh a discrepância! Aqui o sentido é outro, prefiro nem comentar! E a punheta lá é nome de comida (que me parece deliciosa). “Eu quero uma punheta” aqui soa bem estranho, mas quando  chegar em Portugal… Eu vou comer uma punheta, claro.

dezembro 30, 2008 at 9:47 pm 1 comentário

O show de Zeca Baleiro em São Luís

Foto de Zeca Baleiro em Show em São Luis

 

Liliam Freitas

 

Para os que gostam de musica em São Luís, 2008 foi próspero. As bandinhas de forró continuaram aqui e estarão sempre. Por outro lado, lado b, Ivan Lins, André Mehmari, Chico César, Guilherme Arantes, Teatro Mágico, Vander Lee, Flávia Bittencourt, 14 Bis, Elza Soares, dentre outros, aterrissaram na terrinha de cá. Madonna não veio, mas tudo bem!

 

No último sábado, um cara que não é santo encheu a casa, a batuque brasil. Ele, Zeca Baleiro na turnê de divulgação do seu novo trabalho, álbum o Coração do Homem-Bomba muito bem acompanhado pela banda Os Bombásticos. Os Músicos  Bombásticos são: Tuco Marcondes – guitarras, violões e vocais; Fernando Nunes – baixo e vocais; Pedro Cunha – teclados, acordeon e vocais; Kuki Stolarski – bateria e percussão; Hugo Hori – sax, flauta e vocais; Tiquinho – trombone; e Hombre Cerutto – trompete.

 

O show teve abertura do cantor também maranhense Nosly, compositor e violonista, antigo parceiro de Baleiro. Depois a estrela a noite. Zeca apresentou as músicas e as velhas, as antigas em novos arranjos. Eis o artista que estuda, pesquisa e faz seu dever de casa.  Ele contagiou o público com seu novo show, que desfila skas, sambas-funks, reggaetons, rocks e boleros, além de criativas releituras de canções já consagradas pelo público.  As pequenas surpresas sonoras, um figurino maravilhoso (assinado por Camila Motoryn), além das qualidades do som (na ilha isso é uma proeza) e da iluminação fizeram parte do espetáculo.

 

Sempre falo que é no palco que o público conhece o artista. Não tem play back nem tecnologia para ajeita ou  afinar a voz dos desafinados. É o público com o artista ou/ e o artista com seu público. O resultado pode ser bom. No caso do Zeca Baleiro, foi super bom. Ele de volta a São Luís. O show tinha sido adiado, até então para data não estabelecida, ficou para o dia 27 do derradeiro mês do ano. Pode se falar em um desejo, talvez sonho adiado, mas realizado. Ainda bem!

 

O repertório do show estava na boca da galera. Impressionante! Crianças, adolescentes, os universitários, os pais, as mães e os avós. Virou programa de família, da galera da faculdade ou do trabalho, o mesmo de gente que foi só, eu iria.

 

 Fiquei surpresa com o preço do ingresso na mão de cambista. Ingresso na bagatela de R$ 20,00. Impossível entender. Se deixasse para compra na hora, iria levar cinqüetinha para garantir.

 

ÁLBUM CORAÇÃO DO HOMEM-BOMBA

 

“O Coração do Homem-Bomba”, novo projeto de Zeca Baleiro, está sendo lançado em dois momentos – o volume 1 saiu em agosto e o 2 acaba de chegar nas lojas. Desde setembro é possível fazer o download gratuito de três canções inéditas, que estão no volume 2, baixando as músicas ‘Tacape’, ‘Débora’ e ‘Como diria Odair’ no site do artista (www.zecabaleiro.com.br), a exemplo do que já foi feito com “Toca Raul”, incluída no volume 1 e lançada primeiro no site (disponível para download desde dezembro do ano passado). A produção dos cds é do próprio Baleiro, em parceria com sua banda, “Os Bombásticos”, e com o engenheiro de som Evaldo Luna. O lançamento é da MZA Music.

 

Só a cerveja que não ajuda. A bebida vendida lá não é gelada, ela oscila de fria para quente. E há o monopólio de uma marca de cerveja que tem aprovação da maioria. Até aí tudo bem, mas fria para quente pode ser a melhor marca. As pessoas reclamam mas compram. Ou seja, vendem, sem vendem não interessa se é quente. Eu é que não compro, os outros poderiam fazer o mesmo. Uma espécie de protesto e exigência de um serviço de qualidade.

 

Toca Raul, então! Ah, ele tocou, a galera pediu!

 a-galera-que-osquestrou-o-espetaculo-se-despendindo  zeca tocando e cantando durante o show

dezembro 30, 2008 at 7:28 pm 1 comentário

Hoje a programação do ouvnte da rádio universidade fm é minha

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Baita responsabilidade! Vinte músicas para uma hora. A priori, muito difícil escolher vinte músicas, parecem muito. Depois são poucas. Ainda bem que essa tarefa não é todo dia. Vida de programador não deve ser fácil. Na minha primeira seleção, não poderiam faltar elas: Marisa Monte e Clara Nunes. Tem Dimen Rice, maranhenses com Flávia Bittencourt, Zeca Baleiro, Ana Torres e a dupla Alê Muniz e Luciana Simões.

dezembro 18, 2008 at 10:35 pm Deixe um comentário

A “Time” escolhe o Homem do Ano

Barack Obama, o homem do ano da 'Time' - Reprodução

Barack Obama, o homem do ano da 'Time' - Reprodução

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Pense! Em que você votaria para ser o homem do ano? Se essa pergunta fosse feita ao mundo provavelmente a resposta seria a mesma da revista Time e da eleição norte-americana. Seria ele, Barack Hussein Obama. Um negro na Casa Branca em um país declaradamente racista. (Será que o mundo mudou? Acho que não! Será uma crise?! Também acredito que não)

Quem era mesmo o adversário dele no pleito americano? Ah, o  Mccain. Mas quem é ele mesmo? Um conservador meio decrépito. Já o Obama era o contrário, pareceu ser talhado para aquele momento. O homem perfeito: jovem, carismático, intelectual e formado em Harvard University. Um negro que não partiu para um discurso “gueto”: “povo negro”, sim “povo americano”.

Ele deixou para trás a senadora Hillary Clinton. Ela parecia ser uma pedra no meio no caminho. Obama foi mais forte e é a personalidade de 2008. Obama será o 44º presidente da história dos EUA.

dezembro 18, 2008 at 5:42 pm Deixe um comentário

Violência, Cinema e Brasil

Liliam Freitas

Filmes como Cidade de Deus, Tropa de Elite, Carandiru e Ultima Parada 174 ainda causam polêmica. Há quem considere uma exploração e saturação da temática ou/seja da opinião de que não existe a violência pintada por eles em terras tupiniquins, pelo menos não como ela é retratada na telona.
Infelizmente, a violência colocada nesse filmes não é uma invenção do Cinema. Ela está aí, no noticiário, nas nossas vidas, dentro e fora de casa. Alguns críticos parecem negar a existência dela como um problema, ainda mais social. E se ela inexiste, não se pode mostrá-la para todo o mundo (Paris, Hollywood, Londres), caso contrário irão pensar que o Brasil é só violência.
Cidade de Deus, de Fernando Meireles evidencia a questão, assim como Carandiru, de Hector Babenco, Tropa de Elite, de José Padilha e Última Parada 174, de Bruno Barreto de maneiras diferentes. A violência está presente permeando as relações em todos os longas.
Em Tropa de Elite, a narrativa é contada pelo capitão Nascimento, do Batalhão de Operações Especiais da Polícia, uma espécie de elite da instituição policial que tem como função controlar o universo das favelas cariocas e a violência.
O BOPE assim como a PM, inclusive o capitão Nascimento, abusam da violência, da truculência, do castigo físico, da tortura, do desrespeito aos direitos humanos. Mesmo assim o protagonista do filme que deveria ser odiado e execrado, é idolatrado e reverenciado. Claro que o fato da história ser construída sob a única voz do capitão bopista colabora para a ascensão da personagem para o status de mocinho e de que a violência é a solução. Explica parte não tudo. Muito mais precisa ser dito na relação Brazil e violência.


Primeiro, a questão é social ainda continua (mal) entendida como questão de polícia. Sendo assim a violência se resolve com policia e muita porrada. É assim a compreensão e concepção do Capitão Nascimento, dos seus seguidores, de muitos governantes e da maioria dos brasileiros. Em meio a uma infinidade de favelas no Rio em que a PM e o BOPE tentam mantém sobre controle e tem muito trabalho, se pergunta como é que a violência cresce(u) tanto. Teresa Pires do Rio Caldeira, em Cidade de Muros: Crime, Segregação e Cidadania em São Paulo, responde. Segundo ela, a violência aumenta porque as instituições da ordem, que deveriam reduzi-la, contribuem para seu crescimento. Esse aumento se reforça com a negação do Estado de Direito e Bem Estar Social.


A PM e o BOPE do filme, assim como os policiais tupiniquins, utilizam a violência e não pautam seu trabalho e conduta no respeito aos direitos dos cidadãos. “A polícia brasileira exercia a violência de diversas maneiras do século XIX. Legalmente ela detinha o poder de punir escravos” (pag. 144). O padrão da polícia até hoje tem sido esse. O mais contraditório é que essa violência polícia tem apoio e aceitação popular. A instituição policial é vista como solução do problema e não como parte.
Teresa Pires do Rio Caldeira defende que a redução do crime passa por uma história de consolidação da autoridade do Estado e suas instituições de ordem como policia e sistema judiciário e a legitimação dos direitos individuais. No Brasil, a violência está na ação do Estado, na ausência do judiciário, das pessoas que apóiam a prática da policia assim como o marido que bate na esposa, da mãe que espanca o filho, da babá que maltrata o neném indefeso. Violência também no âmbito doméstico. Ingenuidade pensar a casa como um espaço de proteção em que não haja violência. Já está tudo dominado, como diz a letra do funk.
Na esfera pública grandes abusos, um exemplo é do esquadrão da morte, os membros desse grupo queriam mostrar o bom desempenho na luta contra o crime. A forma de fazer isso era eliminar (leia-se matar) os “criminosos”, nem precisa de julgamento, assim acabaria o crime.

Enfim, a violência é constitutiva de várias dimensões da vida social nacional. Isto é, a violência também é Brasil, não coloca isso na tela é negar o Brasil.

dezembro 18, 2008 at 2:54 pm Deixe um comentário

É preciso mais do que uma simples opinião para discutir

 Liliam Freitas

 

No geral, as pessoas acham que podem dissertar sobre tudo, inclusive sobre assuntos que não têm leitura. Leram no jornal, viram na televisão e pronto já têm know-how. Muitas vezes, possuem apenas uma opinião não balizada nem aprofundada. Nesse caso, é melhor nem tentar evocar uma discussão. Geralmente eu digo que li e peço que os colegas façam o mesmo. Parece arrogante, mas não é.

Na última sexta feira, em uma mesa de bar, veio um assunto que 99% dos brasileiros acreditam que conhecem, quando na verdade dispõem apenas de uma opinião, como de costume não fundamentada. O tema as cotas para negros. Vêm o achismo e os velhos “argumentos” de quem não leu nada, tem apenas opinião. Ai começa, “negro não é incapaz” (Eu digo: o viés não é esse), “a questão é social, não é racial” (não se separa um do outro. Cadê  a Antropologia e Ciências Sociais. Socorro, estava com colegas do Jornalismo, cruzes…), “deixa se ser besta negro rico não sofre preconceito” (que autor escreveu isso e se sustenta em que?), “não tenho a ver com a escravidão” (diz uma amiga negra na discussão! É coisa do passado! Contraditório. ). E surgem mais disparates.

Sempre digo que a questão não pode ser reduzida a ser contra ou a favor, isso é reducionismo. É premente saber por que as cotas foram adotadas no Brasil. Não é esmola. As cotas em si não resolvem, qualquer um sabe disso, no entanto, colocam a problemática para a sociedade para que políticas sociais cheguem ao segmento negro. No Brasil, a população negra tem os piores índices sociais: educação, moradia, saúde e etc. E as colegas ainda falam em capacidade, fala sério! É uma cegueira social. No banheiro, como não dava para discutir com quem não saiu de um péssimo senso comum, disse: “As universidades já adotaram independente da opinião de vocês. Fazer o que?” ironizei.

A grande lição é que não converso mais cotas ou outro assunto com que não sabe, indicarei livros, autores. E peço para depois discutir.  Lembrei de um colega da Academia que falou que era contra, foi ao seminário, teve mais conhecimento e agora é a favor. Não vivemos no paraíso em que todos são iguais e desfrutam das mesmas oportunidades. A maioria dos negros está nas piores. Gostaria de ser contra as cotas, na verdade sou contra a situação que nos leva as elas!

Acadêmica do curso de Pedagogia e Jornalismo, respectivamente das Universidades Estadual e Federal do Maranhão

dezembro 15, 2008 at 6:00 pm 2 comentários

O novo queridinho da MPB, Vander Lee se apresenta amanhã em São Luís

Liliam Freitas
Há quem não conheça Vander Lee, cantor e compositor mineiro. Ele simplesmente é apontado pela crítica especializada como um dos mais importantes nomes da nova geração de músicos e fará show amanhã em São Luís, às 22 horas no Circo Cultural da Cidade, no aterro do Bacanga. Artista que mantém uma agenda repleta de shows lotados pelo Brasil. Importantes palcos, como do Teatro Castro Alves, em Salvador, do Canecão e Circo Voador, no Rio de Janeiro, do Grande Teatro do Palácio das Artes, Belo Horizonte, Sesc Pompéia, em SP, já provaram o tamanho do sucesso deste mineiro. Chegou a vez de São Luís.
O músico que vem sendo reconhecido como um dos principais nomes da nova safra de compositores da Música Popular Brasileira, não só pela crítica, ele já chama a atenção do grande público. Na carreira do mineiro Vander Lee, o compositor veio antes do cantor. Seus dois primeiros CDs, “Vanderly” (1997) e “No Balanço do Balaio” (1999), não fizeram tanto sucesso com o público em geral, mas o tornaram o novo queridinho de grandes cantoras da MPB, como Gal Costa, Alcione, Rita Ribeiro, Eliana Printes, Emilinha Borba, Leila Pinheiro e Paula Santoro e Elza Soares, que transformaram suas composições em sucesso.
O cantor Vander Lee só despontou em 2003, no disco Ao Vivo, gravado de forma independente e depois negociado com a Indie Records. O estouro da faixa “Esperando Aviões” e a regravação das músicas que se tornaram famosas nas vozes de grandes cantoras. Uma dessas importantes vozes foi a da maranhense Rita Ribeiro, ela o revelou como grande compositor quando gravou “Românticos” e “Contra o Tempo”, num período em que ele era desconhecido. O elo com o Maranhão continua: as canções “Passional” e “Bangalô” são frutos de uma parceria com Zeca Baleiro, e Alcione não ficou de fora, gravou Mais um barco.
“O que tenho é um olhar romântico sobre o mundo”, afirma Vander Lee que acredita que suas músicas, mais que românticas, são humanistas. Ele congrega a simpatia de um poeta apaixonado, que tocou e cantou em muitos bares, com poesia sofisticada que dialoga com o realismo e a filosofia e ao mesmo tempo simples numa linguagem própria e contemporânea. O resultado são álbuns recheados de muito romantismo e melodias que causam um impacto imediato aos ouvintes, principalmente nas mulheres.
A discografia do cantor conta com diversos álbuns. Já são mais de vinte anos de carreira. “Entre” é o seu mais recente trabalho, gravado acústico em DVD (2007). O anterior “Pensei que fosse Céu”, de 2006, formato em CD/DVD, lançado pela Indie Records, ganhou como melhor disco em canção popular, Prêmio Tim, álbum também traz a participação de Zeca Baleiro. Existem mais outros discos lançados: “Naquele Verbo Agora” (2005), “No Balanço do Balaio” (1999), “Vander Lee Ao Vivo” (2003) e “Vanderly”, produção independente de 1997.

Vander Lee é uma das grandes descobertas da música brasileira de qualidade. É a segunda vez que ele faz show em São Luís, o primeiro foi em 2005, durante sua participação na Caravana do Projeto Pixinguinha. A expectativa para o show é grande, visto que Vander Lee possui um público cativo em São Luís. O concerto também é uma oportunidade para aqueles precisam se atualizar e se antenar com o que acontece no universo da música brasileira. O show promete!


agosto 6, 2008 at 11:19 pm 3 comentários

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